ELEIÇÕES 2018: Haddad aumenta tom contra Bolsonaro: 'Defende tortura até hoje'

Haddad criticou também a política econômica de Paulo Guedes, conselheiro de Bolsonaro
Em sua conta no Twitter, Fernando Haddad, candidato do PT ao Planalto, aumentou o tom das críticas a Jair Bolsonaro, do PSL. Nesta quarta-feira 10, data em que se realizará o ato "Ditadura Nunca Mais" na avenida Paulista, o petista buscou associar o capitão reformado do Exército à sua defesa histórica da repressão militar.
"Meu adversário defende torturador até hoje, mesmo sabendo que nos porões da ditadura aconteciam estupros contra as mulheres presas", afirmou Haddad.
Ele fez críticas à escalada da violência no País. "Temos que responder com cidadania, civilidade e democracia. Violência não se responde com violência."
Meu adversário defende torturador até hoje, mesmo sabendo que nos porões da ditadura aconteciam estupros contra as mulheres presas.— Fernando Haddad 13 (@Haddad_Fernando) 10 de outubro de 2018
O candidato petista também criticou seu adversário por não participar de debates. Nesta quarta 10, médicos de Bolsonaro afirmaram que ele não participará do encontro com Haddad na TV Bandeirantes, previsto para esta quinta. O candidato também faltou ao debate da Globo no primeiro turno por recomendações médicas.
"Vamos fazer uma campanha propositiva e demarcar as diferenças entre projetos. Agora, meu adversário precisa participar dos debates. Eu estou disposto a ir até uma enfermaria se for preciso para debater o Brasil. Ninguém pode ser eleito sem apresentar as suas propostas ao povo."
Em mais um tuite, Haddad disse que não precisa mentira sobre Bolsonaro, apenas falar a verdadade. "Já ele, precisa inventar mentiras sobre nós todos os dias."
Nós não precisamos mentir sobre o Bolsonaro, só precisamos falar a verdade. Já ele, precisa inventar mentiras sobre nós todos os dias.— Fernando Haddad 13 (@Haddad_Fernando) 10 de outubro de 2018
O petista também criticou Paulo Guedes, conselheiro econômico do candidato do PSL, cujo programa aprofundaria "a agenda de Temer". "Nossa proposta é aumentar o poder de compra do brasileiro, reduzindo a carga tributária de quem ganha menos e cortando os juros cobrado pelos bancos", disse.
Jampa Web Jornal
Fonte:Carta Capita/Ricardo Stuckert e Fernando Frazão/Agencia Brasil/JWJ/Jorge Correia/J.Alves
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